Os absurdos e desmandos dentro da empresa AmBev não param...
Agora, o diretor do sindicato dos trabalhadores, Valter Gildo, trabalhador daquela empresa, está proibido de falar em reuniões que a empresa faz com os trabalhadores sob pena de ser retirado da fábrica pelos seguranças patrimoniais.
Querem calar quem defende os trabalhadores para prosseguirem atacando, lesionando por doenças e acidentes do trabalho impunemente.
É mais uma arbitrariedade, um ataque frontal aos direitos dos trabalhadores, um crime contra a organização do trabalho.
Onde estão os órgãos públicos que deveriam estar coibindo esses atos?
Ou será que a repressão é só quando os trabalhadores resolvem paralisar as atividades em justa greve, que, geralmente, acaba sendo julgada abusiva.
Com a palavra os Ministério Público do Trabalho e o Ministério do Trabalho e Emprego...


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